"É fácil para uma boa garota se tornar má
Katy: Sim... mas você não vai entrar aí, né?
Sthefany: Por acaso você tem outra ideia?
Katy: Ai, amiga, pega o celular dela.
Katy: Mas você conseguiu o endereço...
Sthefany: Ela havia deixado na ficha de trabalho. Já o celular, não. Se fosse assim, eu tinha marcado em outro lugar, querida.
Katy: Só falei porque não estou nem um pouco afim de entrar neste lugar.
Sthefany: Então fica aí. Eu vou...
Katy: E vai me deixar aqui nesse lugar? Sozinha? De jeito nenhum!
Sthefany: Que bom que mudou de ideia.Vejo isso mais como um passeio cultural forçado, ok?
Kary: O pior da minha vida.
(Sthefany ri, mas a ansiedade está evidente em seu olhar. Katy observa, um pouco apreensiva, enquanto elas se aproximam da entrada da loja.)
Diana: Estou muito feliz, Em.
Emma: Notei.
Diana: Mas vamos mudar de assunto... e você e o Styles, o que aconteceu ontem?
Emma: Foi tipo assim... eu e o Hazza estávamos indo jantar juntos e, nisso, veio aquela legião de fãs. É claro que ele parou pra tirar fotos e falar com as meninas. Eu super apoio isso, mas...
Diana: Mas?
Emma: Veio uma garota e começou a me ofender. E eu simplesmente ignorei e decidi entrar no restaurante, porque acho que é normal algumas fãs não gostarem das namoradas deles. Às vezes, realmente nem todo mundo que eles namoram é legal. Isso me faz lembrar muito do meu tempo de directioner, onde eu escrevia fanfics, escutava as músicas deles e chorava à noite por achar que nunca iria conhecê-los. O show que eles fizeram no Brasil, onde o Harry tatuou "Brasil"... lembro do meu desespero na hora. Ai, que nostalgia! Quem diria que eu estaria aqui agora?
Diana: Eu lembro de tudo isso, Em... e você falou dessa tatuagem por uma semana sem parar. Mas continua a história.
Emma: Okay, depois de uns 5 minutinhos eu voltei e essa mesma garota agarrou e beijou o Harry na minha frente, e ele não disse N-A-D-A! NADA! NADINHA!
Diana: O que ele disse?
Emma: Que ele nem tinha percebido porque foi muito rápido e ele só a afastou quando viu.
Diana: Talvez tenha sido isso.
Emma: Foi isso. O problema é que ele não fez nada. Tipo, não precisava brigar, mas ao menos poderia esboçar alguma reação, dizer algo.
Diana: É, amiga, namoro é assim. Acho que se não tiver uma briguinha básica de vez em quando fica sem graça até.
Emma: O problema é que brigamos muito, Diana. Ele é o meu amor, mas ao mesmo tempo ele me faz sentir coisas que não quero sentir. Esse amor me consome e me transforma em duas coisas que odeio: sensível e ciumenta.
(Celular toca.)
Emma: Quem é?
Diana: É a Rosie.
Emma: Vai atender?
Diana: Não, vou deixar tocar. Sabe, eu ando um pouco chateada com ela.
Emma: Por causa do Vitor?
Diana: Não, isso eu superei há muito tempo. É porque eu acho que a Rosie estava tão ocupada com o trabalho e focando nele que passou a me ignorar, fingir que não me via. Enfim, acho que ela estava se esquecendo de mim. Agora que eu e o Liam começamos a namorar oficialmente, ela quer reaparecer a todo momento. Eu a amo demais; ela e meus pais são tudo pra mim, mas eu acho que ela está precisando de um gelo pra ver que estou bem magoada, entende?
Emma: Não só entendo como concordo.
(Celular toca novamente.)
Diana: Ela não desistiu.
Emma: Desliga o celular, vamos lá fazer um sanduíche?
Diana: Só se for agora, estou morrendo de fome.














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